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Citação Originalmente Colocado por asperezas Ver Post
Pode dizer-se que há 5 fases no automobilismo angolano:

- A 1ª, a dos Grandes Prémios: a do nascimento tardio do Automobilismo, até ao último GPA, no final de 1965.

- A 2ª, a afirmação das pequenas cidades: do marasmo que se seguiu à falta dos GPs, à afirmação dos circuitos, pilotos e escuderias de fora da capital, até ao desastre do final de 1969, em Luanda.

- A 3ª, a da revolução do Automobilismo Angolano: duas marcas, a Alfa Romeo e a BMW, fortemente representadas e encabeçadas pelos talentosos Nicha Cabral e António Peixinho e a afirmação das 6 horas Internacionais do Huambo, como prova mais importante de Angola.

- A 4ª, a do renascimento do Automobilismo Angolano: dois autódromos, maior participação estrangeira, mais "teams" a representar mais marcas, a afirmação de uma nova geração de pilotos.

- A 5ª, a da resistência, que dura até hoje.

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Como já se entendeu no Capítulo 1, as mais importantes cidades de Angola tinham já praticantes suficientes e até estruturas organizativas envolvendo os próprios municípios, para "rivalizar" com Luanda. Sim, porque os Angolanos eram e ainda são muito bairristas, fazendo lembrar as gentes do Porto ou de Braga...

Assim era em Carmona (Uíge), em Sá da Bandeira (Huíla), Nova Lisboa (Huambo), Benguela, etc. Moçâmedes (Namibe) entrou na luta mais tarde.

No início, praticavam-se sobretudo ralis. A primeira localidade a afirmar-se nesta prática, foi a Huíla.