O volante representa a primeira e mais forte impressão entre cada um de nós e o nosso clássico.
Considero o volante um dos componentes mais influentes na estética interior de um automóvel.
Como peça sujeita a constante esforço de tracção e torsão(direcção,apoio do condutor para sair do carro,peso do condutor para se sentar correctamente,etc) além da exposição ao sol(e às vezes à chuva), o volante acaba por se degradar mais depressa.
No caso dos volantes de madeira a degradação causa o embaciamento e quebra da camada de verniz,as fissuras na madeira e numa fase terminal do estrago, o apodrecimento da madeira e oxidação do aro de metal.
Nesta última fase já é difícil e muito custosa a reparação.
Na fase das fissuras da madeira e estalar do verniz, a recuperação é viável embora exija muita paciência e imensa mão de obra.
É o caso que aqui apresento.
São fotos do volante "Hellebore" do Alfa 1750 Spider Veloce de 1970.
As quatro primeiras são do "antes".



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